quarta-feira, 9 de julho de 2008

CAJUÚNA

Imersa lua
nas águas de Cajuúna,
lua minha, intransferível e única
sobre a brisa atlântica.

Vem aqui uma ave branca
e olha
e pousa sobre os versos poucos.
O poema lambe o dorso do tempo;
o poema é agora,
mudo e tranqüilo entre o mar e
meus olhos.

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