segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

INTRANSIGÊNCIA

Enzo Carlo Barrocco




Não seja assim
intransigente a ponto de proibir
minhas mãos sujas de tinta
contra o céu.

Meu verso não consegue perturbar,
o que gosto apenas a mim pertence,
não é preciso interferência nesse processo.

Seria melhor que não houvesse
inflexibilidade. Mas não espero mais que isso.
Outro poema me espera bem ali.

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