terça-feira, 3 de março de 2009

A MADRUGADA APONTA


Enzo Carlo Barrocco




Não sabemos que a madrugada
aponta
sobre nossos sonos,
que o silêncio repousa sobre as casas,
as ruas, as estradas...
Não notamos as coisas simples,
não percebemos como somos felizes
neste instante.

Que venha o orvalho sobre
o meu batente,
o vento fino nos umbrais da casa;
a noite é branda, suavíssima, calma.
Longe, sem que se possa definir onde,
um galo canta para a madrugada que segue.




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