quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

AMANHECENTE

 

Enzo Carlo Barrocco






































Os caminhos orvalhados
pelo beijo sutil da
madrugada
amanhecem morosos.
O dia estupra este poema.


Um vento brando sibila pelas
folhas
e um sol premente
cintila nas pupilas dos
pássaros despertos.


O caboclo, recostado na
cancela,
recobre-se de paz e de manhãs.


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