terça-feira, 3 de novembro de 2015

A PAISAGEM CONSUMIDA

Enzo Carlo Barrocco





















As estradas se perdem
para ao sem fim do olhar;
a paisagem toda
consumida num único poema.

O verão proporciona esses dias secos,
áridos, parados.
Poeira e vegetação rala se misturam
à imagem.

Seria esta tarde inativa um sinal?
Seriam esses tempos o início
da hecatombe que se lança sobre nós?

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