quinta-feira, 16 de abril de 2009

HAVANA


Enzo Carlo Barrocco




Certa vez em Havana,

debuxo da revolução,

havia um homem olhando o mar.

Tudo tão quieto.

Houve aqui sublevação?

Silêncio de um fim de tarde.

Um ar aflitivo;

há gente submersa em versos,

A boca de “Che”, a voz de Fidel,

as águas que cercam a ilha.

Não há insensatez em voltar.



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