sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

PÁSSAROS DO ANOURÁ - POETRIX - 16ª TRÍADE




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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

RONALD POLITO: O POETA HISTORIADOR


Ronald Polito

(Juiz de Fora, 1961)

Poeta, ensaísta e historiador mineiro



Outra Face


Faces sem conta são
possíveis quando a face
perfaz, desfaz, refaz-se
na cristalização


efêmera que, impasse
a impasse, implica, não
obstante a interação,
além de uma interface,


com outras que, indevido
equívoco, depressa
reduzem-se a resíduo,


o impulso que a arremessa
a um face-a-face assíduo
com sua face avessa.


PÁSSAROS DO ANOURÁ - POETRIX - 15ª TRÍADE



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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

NOTAS PEQUENAS – PASQUALE MOSTRA A LÍNGUA


Croniquetas


por Enzo Carlo Barrocco



"Nossa Língua...": Salvando a TV aberta do lixo cultural

Nesta nota gostaria de fazer uma pequena homenagem ao programa “Nossa Língua Portuguesa”, ao seu apresentador, o professor Pasquale Cipro Neto e a toda a sua produção . Alguns programas salvam a televisão brasileira do lixo que aí está, como o “Nossa Língua Portuguesa” que é uma dessas pequenas jóias que, vez por outra, emergem em meio à ganga. Vida longa ao “Nossa Língua Portuguesa”, ao maleável Pasquale Cipro Neto e à TV Cultura de São Paulo pela excepcional idéia de pôr no ar um programa que prima pela qualidade e pelo conteúdo.


A TENDA DOS BLOGUEIROS - CONTOS BRASILEIROS

APENAS UM EPISÓDIO

Em suas memórias (volume III, página 41), Alfred Hitchock conta um episódio aterrorizante.
Uma noite fazia anotações para um filme. Não diz se levou adiante o projeto. Thomas Mc Carthy informa tratar-se de “Pacto Sinistro”. E faz cotejo entre as cenas do filme e as anotações citadas por Aldred.
Súbito a luz do aposento se apagou. E a caneta caiu das mãos do mestre. Ou sumiu de entre seus dedos. Instintivamente, tateou a mesa, à procura da caneta. E nada encontrou. Talvez tivesse caído para o chão. Melhor aguardar a luz. Cruzou as mãos e, pacientemente, esperou. Não costumava faltar luz na casa. E canetas nunca desapareciam misteriosamente.
Passados alguns minutos, a casa se iluminou de novo. Hitchcock descruzou as mãos e varreu a mesa com os olhos. Só papéis e livros. Apalpou-os, sacudiu-os. Definitivamente a caneta desaparecera. Não se achava sobre a mesa, nem debaixo dela. Vasculhou todo o aposento, recanto a recanto. E nada de caneta.
Apavorado, sedento, correu à geladeira. Beberia um litro de água. Abriu abruptamente a porta, e, para seu espanto, tudo virara gelo. Até a caneta.
Alfred Hitchcock quase desmaiou. Eriçaram-se os cabelos. Como poderia a falta de luz ter provocado aquilo?
James Grant nega o episódio. Tudo se deu apenas na imaginação do cineasta. Seria apenas mais um episódio de filme.


DO BLOG DO NILTON MACIEL

http://contosbrasileiros.blogspot.com/


terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O DIÁRIO DOS PENSADORES - PÁGINA 33


Poeta convive com uma certa anomalia

de olhar para dentro de si todo dia.

- Eliana Mora (Rio de Janeiro 1948 - poeta fluminense


O invejoso chora mais o bem alheio que o próprio dano.


- Francisco de Quevedo y Villegas (Madri 1580 – Villanueva de los Infantes 1645) poeta espanhol


Quando não se tem aquilo que se gosta é necessário gostar-se daquilo que se tem.

- Eça de Queiroz (Povoa do Varzim 1845 – Paris 1900) contista e romancista português


A simplicidade é a mais difícil coisa que se pode obter, é o último limite da experiência e o maior esforço de genialidade.


- Georges Sand (Paris 1804- Nohant 1876) romancista francesa


A terra não pode ser mera reserva de valor para os que especulam com o seu preço, por que só nela os homens encontram a vida.

- Ulysses Guimarães (Rio Claro 1916 – Em um desastre de helicóptero, mar de Angra dos Reis 1992) político paulista, cognominado “O Senhor Diretas”.


A verdade científica é sempre um paradoxo, se julgada pela experiência cotidiana que se agarra à aparência efêmera das coisas.

- Karl Marx (Trier 1818 –Londres 1883) economista, político, filósofo e ensaísta alemão


Cada geração ri de seus pais, ridiculariza seus avós e admira seus bisavós.

- William Somerset Maughan (Paris 1874 – Londres 1965) romancista, contista, dramaturgo e ensaísta inglês nascido na França


Só podemos falar francamente sobre nossos defeitos para aqueles que conhecem nossas qualidades.

- André Maurois (Elbeuf 1885 – Paris 1967) romancista e biologista francês


Decreta-se que nada será obrigado nem proibido,

tudo será permitido,

... só uma coisa fica proibida:

amar sem amor.

- Thiago de Melo (Bom Socorro, distrito do município de Barreirinha 1926) poeta amazonense


Do mesmo papel em que lavrou a sentença contra um adúltero, o juiz rasgará um pedaço para nele escrever umas duas linhas amorosas à esposa de um colega.

- Michel de Montagne (Bordeaux 1533 – Idem 1592) ensaísta francês


segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

SANTA CATARINA CLAMA POR AJUDA




Gostaria de prestar minha solidariedade à população catarinense, em especial, às pessoas atingidas, nas últimas semanas, pelas enchentes e pelas quedas de barreiras na região do Vale do Itajaí. Peço a todos os brasileiros dos vários rincões do país, que tenham condições de ajudar, que dêem a sua contribuição aos nossos irmãos catarinenses que, neste momento, estão necessitando de todo tipo de ajuda. Em Belém, as doações podem ser entregues na sede do Corpo de Bombeiros que fica na Avenida Júlio Cezar 3.000, esquina com a Avenida Pedro Álvares Cabral. Procure no seu Estado onde fazer as doações. Amigos internautas, solidariedade é a palavra de ordem.


ALVARENGA PEIXOTO: O POETA INCONFIDENTE

Inácio José Alvarenga Peixoto, poeta fluminense (Rio de Janeiro 1744 – Ambaca, Angola 1793), estudou no Colégio dos Jesuítas no Rio de Janei...