terça-feira, 12 de janeiro de 2021
domingo, 10 de janeiro de 2021
O GRAMOFONE DE BERLINER: DILERMANDO REIS
O MESTRE DO VIOLÃO
Dilermando dos Santos Reis (Guaratinguetá 1916 — Rio de janeiro1977) violonista, compositor, professor e arrajandor paulista, começou a estudar violão ainda criança com o pai, o violonista Francisco Reis e, aos 15 anos de idade, já era conhecido como o melhor violonista de Guaratinguetá. Em 1933, Dilermando resolveu se mudar para o Rio de Janeiro, onde conheceu o grande João Teixeira Guimarães, o João Pernambuco. Começou profissionalmente aos 18 anos trabalhando como instrumentista, compositor e arranjador. Trabalhou, também, como professor de música em lojas de venda de instrumentos musicais, profissão em voga naquela época. Daí pra diante começou a acompanhar os calouros na Rádio Guanabara e nos intervalos solava a valsa "Gota de Lágrima", de Mozart Bicalho. Então o radialista Renato Murce ouviu Dilermando e decidiu levá-lo para a Rádio Transmissora e deu-lhe um programa de solos de violão que teve grande êxito. Em 1940, formou uma orquestra de 10 violonistas, já na
Rádio Clube do Brasil, pra onde se transferiu. Pela gravadora Columbia, em 1941, gravou seu primeiro disco, com a valsa "Noite de lua" e o choro "Magoado", um dos mais tocados. Assinou contrato, em 1956, com a Rádio Nacional, onde começou a apresentar o programa "Sua Majestade, o Violão". Entre os anos de 1941 e 1962, lançou 34 discos. Em 1970, Radamés Gnattali dedicou ao violonista o Concerto nº1, gravado nesse mesmo ano. O violonista foi professor de Maristela Kubitscheck, filha do ex-presidente Juscelino, de quem foi grande amigo e parceiro de serenatas. Aqui o seu LP "Sua Majestade, o Violão", de 1956, com destaques para as músicas "Clair de Lune" (Claude Debussy), " Se Ela Perguntar" (Dilermando Reis - Jair Amorim) e "Foi Boto, Sinhá" ( dos nossos queridos paraenses, o maestro Waldemar Henrique - e o poeta Antônio Tavernard). Dentre centenas de músicas de Dilermando experimente, também, "Abismo de Rosas" (Canhoto), "Sons de Carrilhões" (João Pernambuco) e "Marcha dos Marinheiros (Canhoto).
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
O PONTO DO LIVRO: O CRIME DO PADRE AMARO
O Crime do Padre Amaro, publicado em 1875, uma das obras do genial escritor português Eça de Queiroz (Póvoa do Varzim 1845 - Neuilly-sur-Seine, França 1900) é um dos romances mais difundidos por todo o mundo e que causou protestos da espurca Igreja Católica à época em que foi publicado. Sendo a primeira realização artística do realismo português, esta obra é considerada um documento humano e social do país. Amaro e a jovem Amélia se envolvem numa paixão impetuosa na qual uma tragédia se anuncia. Outros personagens surgem ao longo da história onde entabulam estimulantes debates sobre o sentido da fé. Eça aproveitou a nomeação de administrador do Concelho de Leiria para estudar, por seis meses, o cenário dessa esplêndida narração. Uma obra de mais de cem anos que, não obstante, mantém o interesse de diferentes gerações. Eu, particularmente, já li O Crime do Padre Amaro, 5 vezes e pretendo, em ocasião futura, voltar a ler esta obra magnífica.
*ENZOCB2020
terça-feira, 5 de janeiro de 2021
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
domingo, 3 de janeiro de 2021
JAMES DARREN, ROBERT COLBERT E LEE MERIWETHER NA MÁQUINA DO TEMPO
Darren, aos 30, Colbert, aos 35 e Meriwether, aos 31 anos, em foto promocional para o icônico seriado americano "O Túnel do Tempo" produzido pela Rede ABC e gravado entre 09.09.1966 a 07.04.1967 (30 episódios). Ambos os atores estão vivos hoje com 84, 89 e 85 anos, respectivamente.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
domingo, 20 de dezembro de 2020
segunda-feira, 14 de dezembro de 2020
ALVARENGA PEIXOTO: O POETA INCONFIDENTE
Inácio José Alvarenga Peixoto, poeta fluminense (Rio de Janeiro 1744 – Ambaca, Angola 1793), estudou no Colégio dos Jesuítas no Rio de Janei...
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O POEMA... DEPOIS DA HECATOMBE Quando a torpe insensatez humana Varrer da terra toda a humanidade, Por entre as cinzas da radioatividade,...









