quinta-feira, 9 de julho de 2020

A PALETA DO GÊNIO: MARY STRVENSON CASSAT

Mary Stevenson Cassatt (Allegheny, Pensilvânia 1843 — Le Mesnil-Théribus - perto de Paris - 1926) americana, considerada uma das grandes  pintoras impressionistas. Foi na França que Mary passou parte da sua vida, tendo suas obras expostas, juntamente, com os impressionistas já que foi grande amiga de Edgar Degas. Costumava expor em seus trabalhos a vida social e privada das mulheres. Gustave Geffroy a descreveu, em 1894, como uma das "les trois grandes dames" (três grandes damas) do impressionismo, junto de Marie Bracquemond e Berthe Morisot. Uma das maiores amigas de Mary escreveu em suas memórias: “Qualquer um que teve o pprivilégio de conhecer a mãe de Mary Cassatt saberia que foi dela, e apenas dela, que Mary herdou sua habilidade". A família da artista, a princípio, foi contra sua decisão de tornar-se uma pintora profissional, mas, com autonomia se matriculou na Pennsylvania Academy of the Fine Arts, na Filadélfia, quando tinha, apenas, 15 anos, para que pudesse estudar arte. Os pais se preocupavam que a jovem Mary fosse exposta a ideias feministas e ao comportamento boêmio de seus colegas homens. Mary estudou entre 1861 e 1865, a época da Guerra de Secessão. Aqui seu quadro The Boating Party de Mary Cassatt, pintado nos anos de 1893-94, que é uma de suas grandes obras.

OBRA: The Boating Party de Mary Cassatt, 1893–94
Óleo sobre tela
Dimensão: 35½ × 46 in., 
Localizacao: National Gallery of Art, Washington, EUA


terça-feira, 7 de julho de 2020

NOTAS PEQUENAS - PELÉ E GARRINCHA: A DUPLA INVENCÍVEL

Croniquetas

por Enzo Carlo Barrocco

Edson Arantes do Nascimento e Manoel Francisco dos Santos, mundialmente conhecidos como Pelé e Garrincha, juntos, nunca foram derrotados. A dupla fez no total 40 jogos (sendo que sete deles em Copas do Mundo), com 36 vitórias e quatro empates. Foram 55 gols anotados pelos gênios bola: 44 marcados por Pelé, camisa 10 do Santos, e 11 anotados por Garrincha, o Anjo das Pernas Tortas, dono da camisa 7 do Botafogo.


quinta-feira, 18 de junho de 2020

NA SEARA DOS ESCRITORES: MARCELINO FREIRE

por Enzo Carlo Barrocco

Marcelino Juvêncio Freire, pernambucano de Sertânia, contista, romancista, aforista e ensaísta, no
convés da fragata desde 1967, começou fazendo teatro em Recife, onde se radicou, depois de morar em Paulo Afonso, na Bahia. Começou a escrever em 1981, tendo participado do grupo Poetas Humanos, juntamente com outros escritores. Nos anos 1980 trabalhou como bancário. Por esse tempo, iniciou o Curso de Letras mas não concluiu. Com o escritor Raimundo Carrero participou da oficina literária, desse escritor, sendo dois anos depois premiado pelo Governo do Estado de Pernambuco. Em 1991 mudou-se para a cidade de São Paulo, onde publicou, independentemente, os seus dois primeiros livros intitulados AcRÚstico, em 1995 e EraOdito, em 1998. O livro de contos Angu de Sangue foi publicado no ano 2000. O selo Respeito Editora foi inaugurado em 2002 com a coleção 5 Minutinhos. É um dos editores da PS:SP, revista de prosa lançada em maio de 2003, e um dos contistas em destaque nas antologias Geração 90 (2001) e Os Transgressores (2003), publicadas pela Boitempo Editorial.
Aqui seu livro de contos "Angu de Sangue", um retrato realista das grande cidades e a crueza dos conflitos urbanos, publicado no ano 2000.







quarta-feira, 10 de junho de 2020

FERNANDO PESSOA NA MÁQUINA DO TEMPO














Fernando António Nogueira Pessoa, o mais universal dos poetas portugueses, escritor multifacetado, aqui aos 2 anos, em 1890.

ALVARENGA PEIXOTO: O POETA INCONFIDENTE

Inácio José Alvarenga Peixoto, poeta fluminense (Rio de Janeiro 1744 – Ambaca, Angola 1793), estudou no Colégio dos Jesuítas no Rio de Janei...