segunda-feira, 9 de agosto de 2010
TIRO
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
MARIO QUINTANA NA ESTANTE VIRTUAL
Livro: Nova Antologia Poética
Autor: Mário Quintana
Edição: Editora Globo
Em homenagem ao centésimo ano de nascimento de Quintana a Editora Globo presenteia os leitores do poeta com este maravilhoso livro que engloba escritos de vários períodos. Homenagem merecida.
terça-feira, 20 de julho de 2010
RONALD FIGUEIREDO MONTEIRO NA ESTANTE VIRTUAL
por: Enzo Carlo Barrocco
Livro: A Hora Flava (Poesias)
Autor: Ronald Figueiredo Monteiro
Edição do Autor
A poesia deste pernambucano é impregnada de religiosidade. Pelo menos, aqui, em “A Hora Flava” esta religiosidade está mais acentuada. Ronald é um excelente poeta.
AS ESPORAS DE SATANÁS
por Enzo Carlo Barrocco

Catarino não gostava, em hipótese nenhuma, de um ex-vizinho que emprestara dele, certa feita, mil reais sem jamais ter havido pago. O calhorda mudara-se há tempos para o Bananal, colônia no extremo leste do município. Quando soube pela boca solta de seu cunhado Antônio que o ex-vizinho havia partido desta para uma melhor, resmungou: a essa hora ele já está por baixo das esporas de satanás...
ALEX BRONDANI: O POETA E O POEMA
O POETA
Alex Brondani, gaúcho do Distrito de Arroio Grande, município de Santa Maria, poeta e contista, no convés da fragata desde 1974, é um dos novíssimos escritores que tem se destacado em vários concursos de poesias. O próprio poeta afirma que seus versos iniciais usam uma linguagem regionalista fortemente marcada pelo movimento nativista e tradicionalista do Rio Grande Sul. Embora os poemas de Brondani sejam de cunho intimista é perceptível a diversidade de temas em sua lavra. Saudemos Alex Brondani e sua excelente escrita.
O POEMA
Porto Alegre amanhecia lentamente.
Da minha janela o Guaíba era um Postal
E tu, linda e nua, em minha cama
Era um anjo caído de um céu de lantejoulas
Adormecida nos meus braços de poeta.
Naquela profusão de sentimentos tão recentes
O tempo manso escorria junto as águas
E a vida inteira reduzida aquele instante
Era apenas fragmento do que fui.
Teu corpo em mim e minha alma dividida.
E agora que já não tenho o teu olhar
Quase morro de saudade a esperar
Sem saber se um dia ainda de novo eu te verei.
ALVARENGA PEIXOTO: O POETA INCONFIDENTE
Inácio José Alvarenga Peixoto, poeta fluminense (Rio de Janeiro 1744 – Ambaca, Angola 1793), estudou no Colégio dos Jesuítas no Rio de Janei...
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O POEMA... DEPOIS DA HECATOMBE Quando a torpe insensatez humana Varrer da terra toda a humanidade, Por entre as cinzas da radioatividade,...






